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RHA CL2 Planar é o primeiro fone planar-magnético sem fio do mundo



O RHA CL2 Planar é o primeiro fone de ouvido in-ear Bluetooth do mundo a adotar a tecnologia planar-magnética. O recurso, que garante som de alta definição e maior riqueza de detalhes, ainda não havia aparecido em acessórios pequenos e sem fio.
Com preço de US$ 900, cerca de R$ 3.670 em conversão direta, o dispositivo está em pré-venda e deve entrar em comercialização na primeira semana de setembro nos Estados Unidos e na Europa. Confira a seguir mais detalhes sobre o aparelho e entenda como funciona a tecnologia.
Além do Bluetooth, o fone de ouvido pode ser utilizado por meio de cabos. Junto ao acessório, estão disponíveis cabos de 2,5 e 3,5 mm, compatíveis com diversos dispositivos de som. No modo sem fio, o dispositivo tem autonomia de até 12 horas. Segundo a fabricante, os fones são compostos ainda de transdutores de 10 mm e de uma membrana ultra fina de apenas 16 micrômetros de espessura.
A bateria do aparelho pode ser carregada via cabo USB-C. Essa promessa chama atenção porque, tradicionalmente, a tecnologia planar-magnética tem sido associada a fones de ouvido que precisam de mais energia para operar.
Embora seja voltado para um público exigente, vale ressaltar que o CL2 Planar não tem compatibilidade com os padrões wireless AptX HD e LDAC, que garantiriam máxima qualidade de reprodução. Por conta disso, para usar o CL2 Planar no máximo de suas capacidades o usuário precisaria recorrer ao modo cabeado.

A tecnologia planar

Fones de ouvido usam design básico, que consiste em um driver e um componente que vibra com a energia, criando o som que você ouve. Modelos com driver dinâmico usam eletromagnetismo para criar o som, em um sistema que provoca oscilações nas minúsculas bobinas no interior do acessório, movimentando o ar e, consequentemente, propagando o som até os seus tímpanos.
A diferença da tecnologia planar é a inclusão de uma pequena membrana que dá a essa vibração um caráter mais uniforme, com menos distorção, proporcionando um som mais detalhado, tanto nas faixas de graves quanto de agudos. Em contrapartida, o recurso exige mais energia e custos de fabricação mais altos em virtude do complexo design.

Fonte: G1

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