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Economia e Negócios

Bolsa despenca 1,94%; dólar mantém patamar de R$ 4,15



São Paulo. A aversão ao risco ganhou fôlego no período da tarde e o Índice Bovespa fechou em baixa de 1,94%, aos 74.711,80 pontos, menor patamar desde 11 de julho (74.398 pontos). Cautelosos com o risco de contágio das crises em países emergentes, investidores estrangeiros comandaram as ordens de venda de ações, que não pouparam nem mesmo papéis considerados defensivos. O cenário eleitoral doméstico também foi fator de cautela, mas permaneceu como pano de fundo, dada a escassez de notícias.
O dólar se manteve volátil ontem, oscilando entre a mínima de R$ 4,1383 (-0,30%) e a máxima de R$ 4,1938 (+1,04%), mas na etapa vespertina manteve-se perto da estabilidade, mesmo com a alta generalizada da moeda americana no exterior. A moeda americana à vista fechou em leve alta de 0,04%, a R$ 4,1521. O giro financeiro foi de US$ 666,583 milhões.
De acordo com Alessandro Faganello, operador da Advanced Corretora, o mercado ficou distorcido na segunda-feira, quando foi feriado nos EUA, com liquidez bastante baixa e alta de mais de 2% do dólar frente ao real. "Como houve essa distorção, o mercado hoje oscilou menos, como uma espécie de correção", explicou Faganello.
Ações
Com o dólar resistindo no patamar acima dos R$ 4,15, as ações de empresas exportadoras na Bolsa de Valores brasileira continuaram como destaque de alta, assim como ocorreu na última segunda-feira.
Entre os papéis que fazem parte da carteira teórica do Ibovespa, as maiores altas foram de BRF ON (3,09%), Suzano ON (2,75%) e Marfrig ON (2,32%).

Fonte: DN

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