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Brasil

Universidade pública: Governo Bolsonaro fará mudanças, mas descarta mensalidade; entenda

Ministro da Educação Abraham Weintraub tem evitado dar detalhes do projeto do Governo Federal.Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Prestes a anunciar mudanças na gestão das universidades, o ministro da EducaçãoAbraham Weintraub, tem negado rumores de que a medida teria relação com cobrança de mensalidades a universitários ou mesmo privatizações.  
O gestor tem usado as redes sociais para se manifestar sobre o assunto por meio de uma série de frases. O ministro anunciará nesta quarta-feira (17) o programa "Future-se" que, segundo Weintraub, será a "libertação das universidades federais".
"A graduação não será paga pelos alunos das federais", escreveu o ministro no Twitter.
Segundo ele, será mantido formato atual de manutenção através de impostos. "A rápida deterioração das contas vista nos últimos anos será interrompida", disse ele, mas sem explicar de que forma isso acontecerá.  
Novo modelo versus modelo atual
"Não há privatização alguma. Teremos um modelo moderno, que nos aproximará da Europa, Canadá, Israel, Austrália, EUA, etc. A adesão das universidades será voluntária, permitindo separar o joio do trigo... As que quiserem ficar no atual modelo, poderão ficar...", escreveu Weintraub no domingo (14). 
"Haverá mais liberdade para pesquisa e trabalho", conformou o ministro.
Nesta terça-feira (16), ele disse já ter aprovações à proposta. "Future-se, o nome da libertação das univ. federais. Hoje haverá apresentação para todos os ministros. Muitos já conheceram a proposta e aprovaram". 
"Mais liberdade"
O ministro da Educação reúne nesta terça-feira (16) reitores de universidade federais para apresentar projeto "Future-se", que prevê mudanças nas instituições de ensino superior. O programa deve propor novos formatos de gestão das universidades, mas o Governo tem descartado cobrança de mensalidade
Após ser apresentado a ministros e reitores, a expectativa é de que o anúncio e os detalhes sejam divulgados para a imprensa na quarta-feira (17). 
Embora tenha evitado dar detalhes da proposta, o ministro tem negado, desde o domingo (14), os rumores.

Fonte: DN

radioprogresso

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