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‘Aos 18 anos, fazia foto sexy e ainda era virgem’, diz Mariana Weickert




Mariana Weickert Foto: Reprodução/ Instagram



Em sua página no Twitter, a catarinense Mariana Weickert diz que é apenas apresentadora. Modéstia sua. Aos 37 anos, ela é também um ícone da moda, parte da geração de modelos brasileiras que conquistou as passarelas internacionais no fim da década de 1990. Trabalhou para marcas como Versace, Dior, Chanel e Saint Laurent, Mas em 2004, no auge da carreira, resolveu sair de cena. Abandonou sua agência em Nova York sem dar explicações. "Não tive coragem de falar que odiava ser modelo, que não me importava se a marca tal apostava no verde ou no vermelho. Aquilo já não me alimentava mais", diz Mariana. " Gosto de moda como arte, uma forma de expressão. Fico emocionada com a criatividade genuína dos estilistas. No fim, o melhor e o pior da indústria são as pessoas. Conheci tanta gente incrível nesse mundo, mas também tive contato com pessoas horríveis, assim como em todos os meios."

Casada desde 2017 com o economista Arthur Ferraz e mãe de Thereza, de 1 ano e 8 meses, a catarinense relembra o começo da carreira e fala sobre beleza: 'Não tenho nariz perfeito ou pele dourada', observa. Leia a seguir.

O começo de tudo

"Em 1998, saí de Blumenau, minha cidade natal, para virar modelo. No ano seguinte, já estava fora do país trabalhando para marcas importantes e fotografando com gente importante. Aos 18 anos, fazia foto sexy e ainda era virgem. Nem sabia direito o que estava acontecendo. Só fui transar pela primeira vez aos 20, até um pouco tarde.

Bonita, eu?

"Nunca fui aquele estereótipo de beleza, né? Não sou aquela que fica incrível até na foto 3x4. Não tenho nariz perfeito ou pele dourada. Até hoje, não sou do tipo que se olha no espelho e se acha linda. Não fico me analisando e não tenho grandes rituais. Se tiver que sair sem máscara nos olhos e pijama, eu saio. Não sou vaidosa e não dou importância a isso."

Filha carioca

"Moro no Rio há dois anos e ainda fico impactada com a beleza da cidade. Mas minha relação mudou bastante. Quando era solteira, ia à praia e emendava num barzinho. Agora que sou mãe, fico caçando coisas para fazer com minha filha Thereza, que é muito carioca. O sotaque é uma coisa. Ela chegou ao Rio dez dias depois de nascer. O parto foi em São Paulo por causa do meu obstetra, que é de lá. Tive um aborto espontâneo antes e eu confiava nele."


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