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Cariri

Estradas da zona rural de Santana do Cariri serão recuperadas



(Foto: Júnior Sultério)
A Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Santana do Cariri anunciou, nesta quarta-feira (09), que recuperará estradas vicinais que dão acesso a 21 comunidades da zona rural do município. Os serviços devem contemplar, principalmente, os trajetos do transporte escolar para garantir o acesso dos alunos às salas-de-aula. Em abril deste ano, as aulas foram suspensas por mais de uma semana por conta deste problema.
De acordo com a pasta, existe um calendário que deverá ser iniciado no final deste mês de outubro e cumprido até o final do ano. Duas máquinas serão destinadas para o serviço, uma delas está em manutenção e a segunda está sendo utilizada.
A comunidade do Sítio Saco do Angelim será a primeira a receber os reparos. De lá, as máquinas seguem para o Saco do Capelão, Pé de Galinha, Boa Vista, Ponta da Serra, Latão de Dentro, Mocó, Serra do São Gonçalo, Serra da Cruzinha, Serra da Canafístula, Cajueiro, Perua, Dom Leme, Serra dos Bois, Codema, Encruzilhada, Zé Felix, Cedro, Assentamento, Serra do Ingar 1 e Serra do Ingar 2.
O secretário da Pasta, Paulo Duarte, afirmou que está  empenhado em solucionar as demandas e garantiu que todas as comunidades receberão os serviços de recuperação das estradas vicinais. O gestor lembra o compromisso de melhorar o acesso dos moradores e pediu a compreensão dos munícipes em relação ao prazo dos serviços, visto que o território de Santana do Cariri é extenso.
Atualmente, está sendo finalizado a obra de construção do chamado “Corredor da Fé”, que liga o Centro da cidade ao bairro de Inhumas, onde está a Capela da Beata Benigna Cardoso, local de peregrinação de milhares de fiéis. A conclusão da obra está prevista para o dia 20 de outubro, quatro dias antes do principal dia da romaria em nome da “Mártir da Castidade”.
Prevenção
As obras poderão evitar episódios como o do último dia 9 abril, quando uma chuva de 70 milímetros no município fez com que as aulas da rede municipal de ensino fossem suspensas por uma semana. As péssimas condições das estradas deixaram estudantes ilhados, antes de chegar nas escolas. Antes da paralisação, alguns jovens da zona rural deixaram de ir ao colégio por até 20 dias. Motoristas também alertaram para o perigo de acidentes.

Fonte: DN

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