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Politíca

Senado tenta concluir tramitação da reforma da Previdência



Senadores devem votar o segundo turno da PEC da Previdência, sem surpresas, avaliam parlamentaresFoto: Agência Senado
Mesmo com toda crise que assola o PSL, partido do presidente da República, Jair Bolsonaro, a reforma da Previdência tende a ser aprovada no plenário do Senado Federal e ir para a sanção presidencial, avalia o cientista político e professor da FGV Marco Antônio Carvalho Teixeira. O início da votação do 2º turno em plenário está previsto para hoje.
Parlamentares cearenses também estão otimistas com a reta final da reforma da Previdência. O senador Eduardo Girão (Podemos) ressaltou que a reforma deve ser votada sem muitas dificuldades e que talvez ocorra mudanças de baixo impacto econômico no texto. "A sessão vai começar mais cedo, e acho que vai ser sereno e tranquilo. Tem uma emenda que a gente acredita ser meritória, que é o caso da periculosidade dos vigilantes, que é um impacto muito pequeno e que corrige uma distorção nesta reta final".
As diversas alterações que não foram possíveis de incluir na reforma da Previdência constam na PEC Paralela, que tramita separadamente no Senado, a qual o senador Tasso Jereissati também é o relator.
Segundo Tasso, o relatório da nova proposta previdenciária será apresentado na Comissão de Constituição e Justiça amanhã (23).
Além da inclusão de estados e municípios, a PEC deve trazer a garantia de que a pensão por morte nunca será inferior a um salário mínimo e o aumento do percentual acrescido à pensão por dependentes menores de idade. A matéria também vai reabrir por seis meses o prazo para que o servidor público federal migre para um fundo privado.
A oposição garante que tentará, até o ultimo momento, "reduzir os danos" para os aposentados. O senador Cid Gomes (PDT) tentou emplacar mudanças ao texto da reforma no primeiro turno com a apresentação de 50 emendas, mas todas foram rejeitadas. Para o segundo turno, ele não conseguiu apresentar porque o prazo foi esgotado.
Cid tem criticado a "pressa" do Senado em querer concluir a votação da reforma. "Estamos tratando de um projeto que vai ter repercussão ao longo de dez anos, se o Senado aprovasse dentro de 60 dias dava para aprimorar e reduzir os danos desse projeto".

Fonte: DN

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