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Ciências e Saúde

Intoxicação por petróleo cru tem três notificações no Ceará; conheça os sintomas



Contato agudo com o óleo pode ter reações em até 72 horas.Vc Repórter
Em contato com as manchas de petróleo cru, que afetam as praias do Nordeste desde o final de agosto, três casos de intoxicação pela substância foram registrados no Ceará até esta quinta-feira (21), conforme a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Um paciente teve a contaminação confirmada e outros dois estão sob análise.
Em Fortim, na região Norte do Estado, o paciente intoxicado está sendo acompanhado e passa bem. Os outros dois estão no município vizinho de Aracati e também têm o estado de saúde monitorado pela vigilância epidemiológica da cidade. A Secretaria realiza monitoramento diário para a identificação dos casos com o apoio de Coordenadorias Regionais de Saúde e unidades de saúde próximas às áreas afetadas pelo óleo.
Alguns parâmetros para os casos de contato com o óleo foram elaborados pelo Centro de Operações de Emergência (COE), como consta no mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Foram definidas três classificações: Intoxicação exógena, quando há manifestação de efeitos nocivos clínicos, Indivíduo exposto, quando uma pessoa tem contato com a substância e Caso suspeito de intoxicação, quando o indivíduo foi exposto ao petróleo e apresenta sintomas.
Sintomas comuns nos casos de intoxicação estão as alterações cardíacas e dor no peito, falta de ar, irritação na garganta e tosse. No sistema nervoso, o paciente pode apresentar ansiedade, cansaço, dor de cabeça e dormência. Irritação nos olhos, diarréia, dor abdominal, náuseas, vômito e irritação na pele, também são comuns.
Uma exposição aguda, em até 24 horas, pode gerar sintomas em até 72 horas depois do contato. Já nas interações sucessivas com o óleo, os sintomas podem aparecer em até duas semanas. Em ambos os casos, são recomendados exames para analisar os possíveis efeitos crônicas é recomendado a realização de hemograma, exames de função renal e hepática, além de eletrocardiograma e testes respiratórios.

Fonte: DN

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