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Cariri

Cortejo abre ‘Ciclo de Reis’ em Juazeiro do Norte



Foto: Divulgação/Secult
O “Cortejo Culturas Populares – Encontros das Tradições e Ciclo de Reis”, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a ONG Zaíla Lavor, abre os festejos de Reis, em Juazeiro do Norte, a partir das 16 horas, desta segunda-feira (23). Ao todo, cerca de 45 grupos de tradição popular percorrerão a Rua São Pedro em direção à Praça Padre Cícero.
O cortejo terá concentração na praça Dirceu de Figueiredo, em frente a Prefeitura Municipal, seguindo em direção a Alameda Juazeiro do Norte – Centro de Gastronomia Rita Araújo da Silva. As terreiradas acompanham a duração do Ciclo de Reis, do dia 25 de dezembro a 6 de janeiro. De acordo com a estimativa da organização cerca de 900 brincantes devem participar do evento.
Encontros
O projeto Cultura Populares 2019 está na sua terceira edição. A iniciativa integra a programação de dois projetos da administração municipal voltados para valorização da cultura e de seus representantes: Encontros da Tradição e Ciclo de Reis.
Iniciando o roteiro, o Encontro da Tradição irá proporcionar vivências com os mestres da cultura dos folguedos tradicionais, promovendo a realização de rodas de conversa, em um diálogo com alunos de escolas e universidades.
As atividades ocorreram de forma descentralizada, entre os dias 13 e 20 de dezembro, em diversos espaços da cidade, como o Núcleo de Arte, Educação e Cultura Marcus Jussier e o Memorial Padre Cícero.
Um dos destaques do evento será a realização do Primeiro Encontro de Jogo de Espada do Cariri, em parceria com o Centro de Artes do Cariri, no dia 4 de janeiro, que trará uma roda de conversa sobre a origem desta tradição, além de apresentação e aula de jogo de espada aberto ao público. O jogo de espada é uma das características particulares dos grupos de reisado e guerreiros de Juazeiro do Norte.
“Este projeto tem se fortalecido no município. Percebemos o amadurecimento por parte dos grupos envolvidos. A ideia é estabelecer uma cultura de paz nas comunidades, superando a antiga rivalidade que existia entre os grupos nesse período, promovendo encontros e intercâmbio de saberes. A expectativa para 2019 é que este formato esteja consolidado e a festa seja ainda mais bonita”, explica Maria Gomide, coordenadora e idealizadora do projeto.

Fonte: DN

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